Projeto pretende democratizar o surfe para 36 mil pessoas de crianças a idosos

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Projeto pretende democratizar o surfe para 36 mil pessoas de crianças a idosos

Podem participar do projeto desde crianças a partir de 5 anos até idosos
Foto: Divulgação/Surfe e Praia para Todos

Democratizar a prática do surfe, promover inclusão social e gerar experiências transformadoras para crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Essa tríade resume as prioridades do projeto Surf e Praia para Todos, mais uma parceria na vertente do esporte de participação estabelecida com a Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (Snelis), da Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania.

As atividades serão sempre aos fins de semana, em turmas de 20 alunos, com uma hora de duração. O público é o mais amplo possível. Desde crianças a partir de 5 anos até idosos. A estimativa é beneficiar moradores de Ilha Comprida, Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá, Cananéia, Praia Grande, Santos, Bertioga, São Sebastião, Caraguatatuba, Guarujá e Ubatuba, todos no litoral paulista.

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Custo

O convênio com o Governo Federal pretende envolver até 36 mil pessoas com aulas gratuitas de surfe. O período de vigência do contrato é de 12 meses de duração, com um período prévio de organização e ajustes antes do início das atividades. O repasse previsto é de R$ 1,9 milhão.

A ideia

De acordo com Romeu Andreatta Filho, coordenador do projeto, a ideia é utilizar a cadeia produtiva do surfe, já disseminada em vários municípios, para que as aulas sejam ministradas por profissionais de qualidade ligados ao ambiente da modalidade. “O surfe tem uma capilaridade sedimentada. Procuramos priorizar a relação com federações, associações das próprias praias e entidades parceiras. É uma maneira de compartilhar energia e de abastecer o segmento com recursos”.

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Acessibilidade

A acessibilidade é outro ponto previsto. Com metodologia já consolidada a partir de parcerias com universidades, a ideia é abrir o projeto também a pessoas com deficiência, em especial deficientes visuais e tetraplégicos, com pranchas especiais que permitem aos alunos terem todas as sensações envolvidas no “pegar uma onda”.

Fonte: GOVERNO DO BRASIL

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